Relato - 16° Moto Lagoa
Depois de alguns meses, os Apaches voltam à São Lourenço do Sul, para marcar presença na 16° edição do Moto Lagoa, com ida e volta tranquilas. Como toda boa história, deve ter um início, meio e fim. Comecei pelo fim, pois agora vou voltar para o início, antes da saída para São Lourenço do Sul.
Tudo começa no sábado pela manhã, acordo e começo a arrumar a moto, pois vou sair perto do meio-dia. Para isso, combinamos, eu, o Rafael e o André, de nos encontramos no pedágio da RS-290. Com a moto pronta, coloco a minha filha na camionete e a Géssica a conduz até a casa da minha mãe, pois foi lá que a Nath possou. Quando chegamos na casa da minha mãe, vi que esqueci da B.T.G.A. (Bolsa térmica grande Apache), também conhecida por Apachoca (nome sugerido por Rafael, por achar feio demais o nome Juricléia).
Volto em casa, para pegar a Apachoca e já pego também a corrente de capacete, que havia esquecido também. Quando cheguei na casa da minha mãe novamente, vejo que não consigo desligar a moto, pois esta faltando a chave!!!! Nem sabia que a chave saia com a moto ligada. Fico desesperado, ligo para o André, para avisar que vou demorar pois perdi a chave da moto, com a mesma LIGADA!! Mesmo ele não entendendo, vai até meu encontro. Penso que a chave caiu durante o trajeto, minha casa, casa da minha mãe. Faço o caminho de volta, olhando para o chão, e encontro a chave. Na foto não da para ver direito, mais ela ficou toda torta, pois alguns carros passaram por cima dela.
Depois de resolvido o problema da chave, eu e o André, saímos para encontrar o Rafael, que cansou de esperar no sol, e foi para o primeiro posto de combustível depois do pedágio. Nos encontramos com ele e seguimos viagem. Batemos o nosso recorde de velocidade média até São Lourenço do Sul. Foi de aproximadamente 88 Km/h. Na edição passada do moto lagoa, a velocidade média foi de 25 Km/h, lembrando que uma moto estragou, consertamos, e que dois pneus furaram. Agora na 16° edição do evento, a ida foi sem indiada alguma, levamos 2 horas e 30 minutos para percorrer os 220 Km, que separam Charqueadas de São Lourenço do Sul.
Ficamos preocupado com o Marcelo, pois ele e mais o Deimon iriam viajar a noite, saindo de Charqueadas por volta da 22h da noite do sábado. Como nada aconteceu conosco, imaginamos que os deuses Apaches, iriam descarregar toda sua fúria em cima deles. Porem isso não aconteceu, e o pior, o Marcelo viajou com 5 pregos cravados no pneu traseiro. Quando ele lavou a moto no sábado pela tarde, encontrou 5 pregos, como até agora o pneu não havia esvaziado, resolveu não tirar e viajar assim mesmo. Contrariando todas as regras dos Apaches, ele teve uma média de velocidade de 100 Km/h, novo recorde, mesmo com 5 pregos no pneu. Chegou lá, curtiu o sábado e voltou conosco no domingo, com os 5 pregos. E ate a publicação desde “ post” , que eu saiba, ele ainda não tirou os pregos do pneu.
No domingo, fizemos um churrasco bem Apache, pois deixamos o carvão encostado na churrasqueira e decidimos sair para comprar bebidas, nesse meio tempo, alguém achou que havíamos abandonado o saco de carvão e o levou. Com isso, saio a “ cata” de lenha para fazer o almoço no domingo. Depois de “ comidos” , voltamos para o evento no domingo, porem este ano esta mais fraco do que na 15° edição. Mesmo no sábado, não estava tão grandioso como no 15° Moto Lagoa. Uma pena, pois o evento vale muito a pena. Super recomendado por nós Apaches, e com certeza estaremos presente no 17° Moto Lagoa.
Quando fizemos o estatuto dos Apaches Moto Tribo, definimos, que novos membros que entrarem no moto grupo, seria um “ kurumin” , ou seja, um aspirante à Apache, até que esse novo membro vá em alguma edição do Moto Lagoa. Quando forem lá, seriam considerados um Apache. Porem mesmo assim, nunca poderiam ser um dia, um “ cacique” Apache. Para isso deve-se ir no Moto Laguna, em Laguna/SC, ou mesmo no Mar e Motos, em Tramandaí. Regras dos Apaches.
A volta foi mais que tranquila, saímos as 20h de São Lourenço do Sul, e chegamos em Charqueadas as 23h. Sem indiadas ou demoras. Ficamos com a sensação de ter ficado algo para trás, mais para mim do que para os outros, pois afinal eu perdi meu chapéu Apache por lá. A outra sensação de algo para trás, foi a INDIADA, que não aconteceu por lá. Acho, porque, eu paguei a indiada antes de sair.
Mesmo este ano, não sendo da grandeza esperada, serviu para formar três novos integrantes ao moto tribo. Então, Deimon e sua companheira Jéssica, já podem ser considerados APACHES, bem como a companheira do Rafael, a Juliana, que se tornaram, todos, Apaches efetivos. Falta somente as camisas e os chapéus para eles (com exceção da Jú, que o chapéu, ela já adquiriu, sendo este um super chapéu afeminado)!!! Caso queiram aumentar sua “ insigne” Apache, bastam eles, irem ao Mar e Motos, em abril deste ano, ou mesmo no Moto Laguna, que ocorrerá em novembro deste mesmo ano!
http://apachesmt.com.br/portalapache/?p=134